segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Lá e de volta outra vez

Muita coisa aconteceu desde as últimas postagens, mas não estava inspirado para escrever, então vou resumir os acontecimentos e mudanças dos últimos meses.

No final de outubro, sem nenhum motivo aparente, o babaca do novo gerente de desenvolvimento da AE resolveu me demitir. Pior que o infeliz nem teve a hombridade de fazer isso ele mesmo, e mandou que outro o fizesse. Enfim. Haviam meses que eu estava trabalhando desmotivado, sem ter uma razão real para levantar todo dia de manhã, atravessar a cidade e me sentar em uma cadeira desconfortável para passar o dia sem fazer nada de importante.
Fazia tempo que eu estava ensaiando para voltar com meus projetos e minha empresa, mas estava precisando de um empurrãozinho para me dar coragem. E por isso fiquei muito feliz com a demissão.

Passei duas semanas sem fazer nada, apenas pensando se realmente era o momento certo de voltar com a empresa, e a resposta se mostrou óbvia para mim. Então, voltei com meus projetos e as coisas tem corrido muito bem desde então.
Levanto cedo, animado. Programo muito, como costumava fazer, e minha mente está voltando a ser aquela máquina de uns tempos atrás.
Espero realmente que desta vez as coisas deem certo para que eu nunca mais precise abandonar meus sonhos. E eu sei que a DSoft Sistemas é o meu destino e o que realmente vai me fazer chegar onde eu desejo.

Tem sido muito bom o tempo extra que eu tenho em casa, com minha família. Comecei a malhar na academia do Sonda e os resultados estão me deixando cada vez mais animado.

A construção da casa não andou quase nada, mas as coisas estão indo muito bem.

Bom, basicamente é isso. Tenho trabalhado bem mais, e tenho dito mais tempo livre. E o melhor é que agora estou trabalhando para os projetos que eu realmente acredito e aos quais eu me dedico de corpo e alma.

Rumo ao sucesso!

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Morte Dupla

Para que possamos ser realmente céticos, precisamos ignorar alguns casos que presenciamos, ou então eles colocarão em cheque nosso ceticismo.
Não sou religioso e não acredito em nada que não possa ser comprovado, mas a história que vou narrar permanece latente em minha mente, aguardando uma explicação plausível.

Meu primo não estava bem de saúde. Anos e anos de alcoolismo e uso contínuo de drogas estavam cobrando seu preço.
Aparentava ao menos 20 anos mais do que realmente tinha. Seu rosto e seu corpo estavam deformados pelas inflamações que ocorriam constantemente. Mas isso não o impedia de seguir alimentando seus vícios.
Acontece que ele vivia em uma chácara, com muito espaço. Gostava de animais, e dedicava parte do seu tempo todos os dias para cuidar deles.
Então, certo dia, uma cadela apareceu em seu portão. Estava muito fraca e suja, compadecido, meu primo deu abrigo a ela.
Deu banho, alimentou e em poucos meses ela estava sadia e forte. Não se parecia em nada com a cadela de rua que ele abrigou.
Meses se passaram e essa cadela se tornou muito ligada ao meu primo. Ela fazia festa quando ele chegava, pulava sobre ele e lambia seu rosto.
Com poucos amigos, meu primo se apegou bastante à cadela, e brincava com ela todos os dias.

Certa noite, meu primo acordou aos gritos, com fortes dores pelo corpo. Suas inflamações estavam avançando e se tornaram uma infecção que se espalhou pelo corpo.
Assustada e angustiada, a cadela começou a uivar e ganir, como se as dores à estivessem atingindo. Mas, como era muito ligada ao meu primo, o mais provável é que estivesse angustiada por estar presa do lado de fora da casa e preocupada com ele.

Meus tios chamaram uma ambulância, que levaram meu primo diretamente para a UTI, de onde ele jamais saiu com vida.
Quando chegaram em casa, meus tios encontraram a cadela morta. Sem nenhuma razão aparente, ela simplesmente havia morrido no mesmo dia que meu primo.

Sigo com meu ceticismo, evitando acreditar no sobrenatural, mas este caso permanece inexplicável para minha mente racional.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Uma vida por uma vida

Era mais uma tarde comum na rotina de Fernando. Depois de um dia tranquilo de trabalho, estava no mercado, à pedido da esposa, comprando alguns itens que faltavam em sua casa.
Fraldas, leite em pó. Essas coisas acabam muito depressa.
Fernando não se lembra de ter gastado tanto com seu primeiro filho, mas a sua nova bebê estava consumindo demais.
Claro que ele não se importava. Tinha orgulho de seus filhos e da família que estava construindo.

Descia as escadas rolantes do mercado, tranquilamente, quando percebeu a aproximação de três homens armados e uniformizados que passaram apressados por ele.
Percebeu que o homem do meio estava carregando uma mala, e os outros dois tinham pistolas em punho.
Como estava em um bairro relativamente calmo de uma grande cidade, Fernando estranhou o fato de eles estarem tão tensos. Havia medo em seus olhos, o que o deixou atento.
Conhecendo a natureza humana como ele conhecia, sabia do grande perigo que era estar próximo à um homem armado e assustado.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Uma segunda chance

Sandra é uma mulher jovem, e apesar de não gostar muito do que vê no espelho, muitos homens a consideram muito bonita.

Ela sabe que está acima do peso, mas não acha justo abrir mão do prazer que os chocolates lhe proporcionam, afinal, eles têm sido sua companhia mais leal.

Ela não compreende os motivos, mas convive com a ideia de que não tem sorte com relacionamentos. Isso porquê os seus relacionamentos, que não foram muitos, foram muito traumáticos.

A primeira vez que ela se apaixonou, ainda muito jovem. Foi pelo garoto mais popular da escola, que não deu a mínima para ela e ainda riu e espalhou para toda a escola quando ela lhe enviou um bilhete apaixonado. Aquilo à magoou demais e durante o resto do ano ela não voltou a se sentir bem na escola.

Depois disso, quando finalmente teve coragem de se abrir para um relacionamento, e se sentia feliz e realizada por ter um garoto que era tão apaixonado por ela quanto ela era por ele, sofreu ainda mais por saber que seu namorado havia passado uma noite na casa de uma garota que ela considerava sua amiga.

sábado, 30 de agosto de 2014

O mensageiro da morte

Como anjo encarnado, sua principal tarefa é servir como mensageiro. Cumprindo ordens sem questionar, já que ele é plenamente consciente de que aqueles que o enviaram são muito mais sábios do que ele.
Geralmente ele sequer compreende as mensagens, apenas diz o que deve ser dito e faz o que deve ser feito. E a cada missão cumprida se sente plenamente feliz e satisfeito por saber que está fazendo bem o seu "trabalho".

Tinha apenas 13 anos de sua vida humana atual quando recebeu uma "tarefa" que lhe causaria várias noites de insônia, mesmo sabendo que, de alguma forma que ele não é capaz de compreender, as coisas ocorreram conforme a vontade dos seus "superiores".

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Sopro de rosas

Era uma tarde calma de Sol. Em uma casa simples, em um bairro afastado, onde a vegetação ainda se faz presente de forma mais abundante do que o concreto. Uma jovem estava cuidando dos afazeres domesticos enquanto seu filho mais novo, com apenas 3 meses de vida, repousava em seu berço depois de ter sido carinhosamente banhado e alimentado.

O berço da criança era protegido por uma espécie de rede que o cobria para evitar que insetos pudessem alcançá-lo enquanto dormia.
A casa simples era composta por uma cozinha, que servia como sala de jantar, um banheiro, e um quarto, que fazia as vezes de sala de estar, e era nesse cômodo que o berço repousava.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O vestido de festa e o choro no shopping

No último sábado levei minha esposa e meus filhos ao shopping, pois, com a iminência do casamento da minha irmã caçula, o tempo para comprar as nossas roupas está se acabando, já que vamos ser padrinhos.
Não faz sentido algum uma festa de casamento para um casal que já vive junto, e literalmente casados há mais de 8 anos, porém, como é minha irmã, não posso simplesmente ignorar. Ser convidado para ser padrinho em um casamento realizado em uma igreja evangélica me incomoda bastante, mas, o que não fazemos pela família?

Enfim, o primeiro susto foi chegar no shopping e ver que a loja de vestidos que tínhamos em mente não existe mais. Porém, andando um pouco descobrimos uma loja nova com vestidos que atraíram a atenção da minha esposa. Excelente!
Gastamos cerca de 40 minutos provando vestidos, o que não é grande coisa para uma mulher trocando de roupas, mas, para quem está cuidando de uma criança de 8 anos cheia de energia, e uma de 1 ano e meio que querem mexer em tudo, é uma eternidade!
Um segundo de distração e meu caçula estava no alto na loja, no mezanino, olhando pra baixo e achando aquilo fantástico. Fiquei embaixo esperando que ele caísse, e pedi para meu filho mais velho subir correndo pra pegar o pequeno. Por sorte foi só um susto.
Acabamos encontrando o vestido perfeito, e de quebra compramos o salto alto e uns broches para incrementar o visual ($$).

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Pareidolia e o perigo de procurar ver as coisas onde elas não existem

De acordo com a Wikipédia "A pareidolia é um fenômeno psicológico que envolve um estímulo vago e aleatório, geralmente uma imagem ou som, sendo percebido como algo distinto e com significado.". Ou seja, temos uma capacidade natural de encontrar e perceber padrões que nos ajudam a "prever" acontecimentos e identificar possíveis ameaças.
Por exemplo, imagine um ser humano primitivo, vivendo em uma floresta. Essa capacidade de reconhecer rostos em meio à vegetação certamente proporcionou a esse humano uma vantagem gigante, dando a ele a capacidade de identificar predadores e inimigos escondidos, assim ele teve uma maior chance de sobreviver aos seus "concorrentes". Ou ainda citando o exemplo do famoso cientista Carl Sagan, bebês capazes de sorrir para os adultos ao receber um sorriso, tem uma maior chance de conquistar o afeto desses adultos recebendo assim mais cuidados, consequentemente tendo chances maiores de sobrevivência.

Algumas imagens para exemplificar essa nossa capacidade:

  












Você pode observar que, apesar de se tratarem de objetos, nossa mente nos engana trazendo uma sensação de estarmos observando rostos. Ou seja, o mesmo instinto de reconhecimento de padrões que serve para nos ajudar, também pode nos enganar.

Outro exemplo de utilidade para nossa capacidade de reconhecer padrões e que foi muito útil no início da agricultura, quando, muito antes de imaginarmos que a Terra fazia seus ciclos em torno no Sol gerando as estações, nós percebemos e identificamos padrões entre os movimentos do Sol, da Lua e das estrelas e os períodos em que as plantas germinavam, cresciam e estariam prontas para a colheita. Aliás, assim nasceram as religiões primitivas que, por reconhecer a influência dos astros sobre as colheitas, imaginaram que se tratavam de seres controlando o crescimento das plantas.
Se vemos rostos expressando emoções em objetos inanimados, é fácil entender porque nossos ancestrais atribuíam emoções e personalidades aos astros, não é?

Não é difícil encontrarmos "animais" nas nuvens, porém, ninguém vai acreditar que realmente são animais lá em cima, certo?

O perigo que a pareidolia nos oferece é a criação de padrões que nos leve a acreditar que existem coisas onde elas não existem. Por exemplo, um torcedor de futebol, depois de assistir a uma vitória do seu time preferido usando determinada camiseta, e que em outra ocasião assista seu time sendo derrotado enquanto ele usa outra camiseta, pode ter a falsa impressão de que a camiseta que ele está usando interfere diretamente no resultado do jogo. Claro que, da mesma forma que não existem animais nas nuvens, a camiseta que o torcedor está usando não tem nenhuma relação real com o resultado do jogo. Mas, esse tipo de reconhecimento, chamado de crença, acaba sendo interpretado como verdade pelas pessoas menos racionais.

Pense nisso antes de aceitar uma crença como verdade!

domingo, 17 de agosto de 2014

Funk, português errado e o grito de uma geração

Sou uma dessas pessoas que não suporta ouvir um único refrão de funk sem fazer careta. Sou dessas pessoas que olha com desprezo para essa nova geração cheia acessórios bregas. Esses óculos espelhados, aparelhos dentários enormes e coloridos e correntes gigantes, que lembram muito aquelas guias enforcadoras que usamos para passear com cachorros grandes ofendem meu bom-gosto.

Como sempre gostei muito de ler, me parte o coração ver a forma como esses jovens escrevem, cometendo erros ortográficos e gramaticais tão básicos que me fazem pensar no quê eles estão fazendo na escola.

Porém, temos que ter em mente que, não importa o quanto nos negamos a aceitar, os jovens são o futuro, e em pouco tempo serão os donos desse mundo.
São esses jovens que vão assumir as rédeas do mundo assim que os adultos de hoje se tornarem velhos. E esse conflito de gerações não é nenhuma novidade. Aliás, sempre foi assim!

Ao longo da história, as gerações mais jovens sempre foram melhores sucedidas do que seus antecessores, ou seja, existem grandes chances de que esses jovens sem senso de estética e sem nenhum bom gosto musical, construam uma civilização mais justa, moderna e bem-sucedida do que a que temos hoje.

Podemos fazer o que sempre fizemos e continuar criticando os jovens por sua preguiça e mau-gosto, ou podemos aceitar que também nós já fomos os jovens feios, com cabelos extravagantes. Nós também crescemos ouvindo músicas que faziam nossos avós taparem os ouvidos (claro que havia poesia e sentimentos mesmo no rock mais pesado), e no entanto crescemos e nos tornamos chefes de família e pais responsáveis.

Vamos criticar e nos afastar, ou vamos ignorar nosso bom-gosto e nos esforçarmos para ficar por perto, passando o máximo da nossa experiência sem parecermos chatos para que eles possam também nos entender?

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Zoológico com a família

Aproveitando minhas férias, no sábado retrasado (19/07/2014), peguei o pessoal e fomos passear no Zoológico de São Paulo.
Da última vez que havia estado lá, Vini ainda era bem pequeno e eu nem sonhava em conhecer a Ângela.
Já fazia algum tempo que estávamos combinando esse passeio, então aproveitamos minhas férias, já que o tempo frio não nos animou pra ir pro litoral.

Foi um dia muito gostoso. O clima estava bastante agradável, nem frio nem quente. Levamos meus filhos e meus cunhados Andreza e Pedro.
A viagem foi tranquila, guiado pelo GPS do celular.
Já na chegada compramos binóculos de brinquedo para Vinicius e Pedro. Levamos um triciclo do Victor para ajudar nas longas caminhadas com ele que ainda é muito novo e se cansa muito rápido, e já é pesado para me deixar bem cansado carregando ele no colo.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

O Iluminado

Para organizar e ter algum controle dos livros que vou lendo, pois são tantos que já li que nem me lembro mais, estou criando essa série de postagens que tem o objetivo de me ajudar a saber como vai minha leitura.
Acabei de terminar de ler O Iluminado. O primeiro livro do Stephen King que eu li. Aliás, esse foi o motivo de eu tê-lo lido agora. Algumas semanas atrás ouvi um Nerdcast sobre o Stephen King e me senti envergonhado por nunca ter lido nada desse autor tão respeitado.
Optei por ler o mais popular dos seus livros e digo que gostei bastante da leitura.
Recomendo para todos que curtem o sobrenatural e que gostam de suspenses.
É a história de uma família, cujo pai, um professor universitário, tem sérios problemas psicológicos e é alcoólatra. Ele é casado com uma mulher simples e basicamente uma boa mãe, e eles tem um filho que é uma dessas pessoas especiais, que tem uma ligação inexplicável com o mundo dos espíritos.
Para dar um tempo com os problemas, a família se isola por alguns meses como zeladores de um grande hotel que se mostra mal-assombrado, e para quem assistiu o filme, o livro surpreende muito com um final bastante diferente. Mais uma vez, recomendo a leitura.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

O que realmente importa

Cada um tem o direito de fazer suas próprias escolhas pois terão de conviver com as consequências dessas escolhas.
O que realmente importa na minha vida é o que eu estou construindo e o que vai continuar aqui quando eu já não estiver.
Eu quero chegar ao fim da minha jornada, podendo olhar para trás e me sentir orgulhoso com os frutos do meu trabalho. Minhas memórias não significam nada para quem vai ficar, então, eu não sinto nenhuma vontade de viajar, conhecer lugares ou mesmo ter experiências que não forem trazer benefícios reais para minhas realizações.
Quero partir tranquilo, sabendo que fiz a minha parte na construção de uma sociedade melhor, mais desenvolvida. Que o trabalho que eu fiz tenha ajudado pessoas e vá continuar ajudando mesmo quando eu não estiver mais aqui.
Que pessoas possam tirar seu sustendo e realizar seus sonhos trabalhando em cima de ideias que eu tenha ajudado a realizar.
Que meus filhos tenham me gerado netos para seguir com minha "linhagem", e eu possa descansar sabendo que, como animal, eu também fiz o meu trabalho passando meus genes adiante.
Meu corpo tem prazo de validade. Veio da terra e em algum tempo volta a fazer parte dela, então, porque eu investiria tempo demais nos cuidados com ele?
Se estou tendo uma chance de viver, quero que as consequências das minhas escolhas ainda sejam relevantes mesmo décadas ou séculos depois da minhas partida. É com esse objetivo em mente que eu vivo minha vida, e é nisso que minhas escolhas se baseiam.
Acredito que não existe nenhum benefício em levar uma vida egoísta, evitando ter filhos pelo cuidado e dedicação que eles exigem. Consumindo ao invés de produzir. Acumulando ao invés de semear. E o que vão levar daqui? Como serão lembrados algumas décadas após sua partida?...
Espero cumprir com esses objetivos e viver minha vida trabalhando pelo que realmente importa.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Minha infância sobrenatural

Embora para alguns meu modo de pensar e de ver o mundo pareça meio, infantil ou inclinado demais para o lado místico das coisas, eu gostaria de esclarecer alguns pontos da minha história que talvez ajudem os que pensam assim à meu respeito a entenderem um pouco melhor sobre meus motivos de eu ser como eu sou. Afinal, eu nunca tive realmente uma escolha, já que tudo começou cedo demais, quando eu tinha apenas 4 anos de idade.
Dessa parte da história eu me lembro muito pouco, afinal era jovem demais, tenho apenas alguns flashes guardados na memória. Quem me contou essa parte foi minha mãe, cheia de medos e receio, me contou apenas uma vez e parecendo estar escondendo ainda alguns trechos que não são muito claros.

Era uma tarde de céu limpo na cidade de Guarulhos, aos 4 anos eu tinha uma irmã que ainda era um bebê. Minha mãe estava dentro de casa com ela, enquanto eu brincava sozinho no quintal. Então, olhando pro céu, eu disse ter visto "o céu se abrindo" e uma voz me disse uma mensagem que não sou capaz de interpretar até hoje.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Nos tempos do Valor

Apesar de estar vivendo essa que é certamente uma das melhores fases da minha vida até agora, uma fase que eu ainda me trás saudades constantemente é o período entre o final de 2011 e final de 2012.
Foi uma fase muito importante e transformadora que me permitiu estar vivendo o que tenho hoje.

O período entre o conturbado ano de 2008 até meados de 2011, foi uma fase longa e conturbada em vários sentidos.
Eu precisei de muito esforço para me desvincular de antigos laços que não estavam me trazendo benefícios e me arrastavam para baixo, e ainda mais esforço para manter meu filho comigo enquanto começava uma vida nova.
Foram anos levando uma vida de pai solteiro, sem me envolver demais com ninguém para poder dedicar minhas atenções ao meu filho e à minha carreira, que estava passando por um momento de incertezas.

Enfim. Foi no meio dessas incertezas e da tranquilidade da minha vida de pai solteiro que conta com a ajuda dos pais que, de repente, tudo começou a mudar.
Não vou citar aqui qual foi o evento que causou o início dessas mudanças, mas como elas ocorreram.
O primeiro grande fator de mudança, foi que eu decidi deixar minha empresa em segundo plano por um período e voltar a trabalhar fora, de empregado em alguma grande empresa. Pelo menos até as coisas estabilizarem e eu conseguir mais clientes ou alguma ideia nova de negócio. E o segundo, e mais importante fator de mudança, foi que em meio à milhares de "amigas" virtuais, eu encontrei uma garota que despertou em mim um sentimento capaz de me fazer mudar completamente.

Nosso primeiro encontro ocorreu exatamente um dia antes do meu início no novo emprego. Nos encontramos no shopping Internacional na tarde de 21 de novembro de 2011 para assistir o Amanhecer - Primeira parte. E eu não preciso contar essa parte da história novamente, porque já contei várias vezes...

O emprego escolhido foi no Valor Econômico, na Barra Funda.
Apesar de já ter trabalhado em diversas empresas, esse foi com certeza meu melhor emprego até então.
Era tudo muito grande e muito importante. Eu estava trabalhando ao lado de profissionais fantásticos, certamente entre os melhores do país.
A localização era muito legal, entre os shoppings West Plaza e Bourbon. Então, almoçar nunca era rotina, e depois do trabalho eu sempre podia dar umas voltas no shopping pra distrair, comprar, ver vitrines, ver pessoas. Porém, o que realmente marcou esse período, é que eu estava completamente apaixonado por aquela garota, e nós passávamos o dia todo trocando mensagens por SMS.
Como nosso relacionamento era proibido, eu tinha que colocar crédito para ela todos os dias para que pudéssemos conversar.
Nos encontramos pouquíssimas vezes antes de fugirmos juntos, então, esse período foi muito intenso, tanto pelo ambiente de trabalho quanto por essa tensão causada pelo fato que querer tanto estar com ela e não poder.

Era estranho estar todos os dias num shopping, com dinheiro e muitas pessoas interessantes, mas não estar interessado em conhecer mais ninguém por já estar tão completamente envolvido emocionalmente com ela.
Eu andava com o celular na mão, ansioso por uma mensagem dela, e para cada mensagem que recebia eu enviava várias. Foram meses muito intensos. Eu fumava bastante e comecei a comer menos, tanto por falta de apetite quanto pela vontade de emagrecer para parecer mais jovem.

Enfim, essas lembranças, da intensidade dessa paixão, e dos novos colegas, todos tão excitados com a oportunidade profissional que estávamos tendo, tudo isso se mistura na minha memória e me faz sentir saudades de um período tão difícil e maravilhoso da minha vida. Uma fase que eu não gostaria de reviver, mas que sempre vai ocupar um espaço especial na minha memória e no meu coração.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Sem palavras

Uma das primeiras características que me fizeram cair de joelhos pela minha esposa assim que eu a conheci, foi a forma tão expressiva e, até mesmo teatral, com a qual ela se comunica. Depois de um tempo, descobri que essa não é uma característica exclusiva dela, mas sim de todos surdos que, na falta de palavras, se utilizam muito mais de expressões para se comunicar.

Mesmo antes de aprender os primeiros sinais de Libras (Linguagem Brasileira de Sinais), eu já estava apaixonado e enfeitiçado por essa forma tão bonita e aparentemente muito mais sincera de se comunicar.
Sem o artifício das palavras faladas, expressar qualquer ideia, ou contar qualquer história exige uma verdadeira imersão no que se pretende contar. Precisamos verdadeiramente interpretar cada frase, para nos fazermos entender bem, e isso é muito bonito.

Hoje, depois desses anos de uma convivência tão intensa, em muitas ocasiões, sequer precisamos do artifício dos sinais para nos comunicarmos. Muitas vezes somos capazes de compreender profundamente o que o outro quer dizer apenas com alguns olhares. E essa comunicação, para mim, é mais profunda e significativa do que qualquer diálogo falado que eu já tenha tido.

domingo, 29 de junho de 2014

Festa Junina

Há mais de dez anos, desde que fiquei sem avós, que a casa dos meus pais se tornou um tipo de centro de reuniões familiares "informal". Entre alguns motivos, o principal é o fato de morarmos em um lugar relativamente isolado e bastante espaçoso.
Enfim, gostamos de receber os familiares. Geralmente ficamos isolados, de certa forma, pelo fato de termos pouquíssimos vizinhos. Depois de tantos anos isso não é mais um problema, mas uma situação que aprendemos a conviver.

Dentre todas as comemorações que costumamos fazer aqui em casa, a mais tradicional é, sem dúvida, a Festa Junina. Nos reunimos aqui para festejas o solstício de inverno desde que nos mudamos para cá, praticamente, e isso foi em 1998.

Nessa festa, o fato de grande parte do nosso espaço ser de terra não é um problema. Na verdade é até uma vantagem. Aqui podemos fazer fogueira a noite toda, estourar fogos, tocar música até altas horas e brincar à vontade sem nenhum perigo.

Este ano, como de costume, a festa foi maravilhosa. Muita gente, muita conversa, muita diversão. Alguns, como eu, nem precisam beber nenhuma bebida alcoólica para ficar feliz. Mas vinho quente e quentão não faltaram. Assim como todas as comidas típicas e os já tradicionais caldinhos quentes.

Muitos parentes, e muitos amigos. Alguns eu sequer conheço. Mas todos costumam se dar muito bem aqui.
Como de costume, muitos que haviam confirmado presença faltaram, mas a principal falta foi da minha irmã e minha sobrinha, que agora que se envolveu com "coisas erradas" (se tornou evangélica), não quis fazer parte desta "festa mundana".

terça-feira, 24 de junho de 2014

Sem "carne inteligente"

Não é por causa da saúde, nem por nenhuma ideologia, o fato é que eu cansei de ser hipócrita e fingir que a bisteca sai de uma máquina direto para o mercado. Não é assim que acontece!
Cansei de financiar crimes terríveis cometidos contra criaturas tão inocentes e indefesas.
Passei algumas semanas fazendo um teste, para saber se nos dias atuais, eu poderia viver tranquilamente sem a necessidade do consumo de carne de animais inteligentes, e acontece que a experiência foi um sucesso!

A proteína de soja é muito mais barata do que a carne, e com um suplemento vitamínico, meu corpo não fica carente de nada que seja proveniente da carne animal.
Experimente você, passar alguns dias sem consumir carna vermelha e carne suína, e esteja ciente da forma como estes animais são criados e abatidos, que não é NADA humanitária como dizem.

A indústria nos faz acreditar que necessitamos consumir carne, e nos esconde o verdadeiro sofrimento e crueldade necessários para que um pedaço do corpo de um animal morto chegue até nosso prato.



Não se esconda dos fatos. É preciso que você conheça a verdade para que possa tomar suas decisões com sabedoria. Isso é ser adulto, isso é ser responsável, isso é ser uma pessoa de bem.

Não espero que todos parem imediatamente de consumir carne animal, mas sei que, em algumas décadas isso vai acontecer. Mudanças de costumes levam tempo. Pessoas tem dificuldade em mudar velhos hábitos, mas, eu fiz um teste de algumas semanas e digo que É POSSÍVEL!

Quem convive com algum animal, sabe que eles são tão capazes de sentir como nós, ou, em alguns casos até mais.

Veja você mesmo e diga se isso não é sofrimento:



Então, a escolha é sua. Se você, como eu, não quer mais fazer parte dessa abominação, basta querer, e se precisar de ajuda, conte comigo!

Além de não causar esse tipo de sofrimento em criaturas tão inocentes e puras, a dieta livre de carne é muito superior em vários sentidos. Você vai sentir no seu corpo, em poucos dias a grande diferença, como eu estou sentindo. Mais leve, pele mais limpa, menos cansaço, e a vontade de carne passa em pouquíssimo tempo. Eu estou fazendo isso e digo que vale muito a pena.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Uma noite inesquecível

Às 22:00 horas, eu já estava tremendo de tanta ansiedade. Acendendo um cigarro no outro, nem consegui jantar.
Minha mente está dividida entre a possibilidade de finalmente realizar meu grande sonho, e ficar definitivamente com a garota que ocupava minha mente e meu coração nos últimos meses, e a falta que me faria a companhia do meu filho até que a poeira baixasse.
Mas agora era tarde para recuar, mas mesmo que eu pudesse, eu não queria recuar. Depois de meses de espera e sofrimento, essa seria a noite de atacar, de correr sem olhar para trás. Mas, ainda havia uma possibilidade de tudo dar errado, e se ela desistisse agora, eu talvez não tivesse mais forças para continuar insistindo.
Ela havia enviado uma mensagem, confirmando nossa "fuga" para as 3:00 da madrugada. Eu queria sair antes, mas ela se sentiria mais segura nesse horário, e, depois de tanta espera, algumas horas não seriam problema para mim.
O problema veio de onde eu menos esperava. Eu não poderia sair sem deixar meus pais avisados. Primeiro conversei com meu filho, explicando a situação de forma que ele, nos seus 6 anos pudesse entender, mas só contei sobre o plano para minha mãe algumas poucas horas antes da partida.
Ela sentiu medo, mas não se manifestou contra minha decisão, diferente do meu pai, que chegou ao ponto de me desafiar e esconder as chaves do meu carro. Atitude completamente irracional e desnecessária.
Preparei minha mala, e a ansiedade só aumentava com o passar do tempo. Do lado dela, estava tudo certo, e em completo segredo. Eu não havia sequer revelado nosso destino para que ela não colocasse tudo à perder contando para alguém.
Às 2:45 a.m., dei mais um beijo no meu filho que dormia, coloquei a mala no carro e parti para a aventura que iria mudar minha vida e marcá-la para sempre. Era o início do nosso "felizes para sempre"...

Depois de tanto tempo sem sequer vê-la, chegar em sua rua e encontrá-la me esperando, foi certamente um dos momentos mais felizes da minha vida.
Ela estava linda, com sua mochila nas costas. Loira com seus 17 anos. Aparentemente calma, e certamente muito mais calma do que eu. Ela colocou a mochila no carro e entrou.
Eu mal olhei pra ela, e parti à toda velocidade, correndo, fugindo de um período que me fez sofrer tanto e querendo chegar o mais rápido possível no nosso destino, a nossa felicidade!


domingo, 1 de junho de 2014

Tatuagem do Diamante Illuminati

Ficou animal minha última tatuagem que fiz com minha irmã, a Juliana. Foi o Diamante Illuminati que já fazia tempo que eu queria fazer.
O lugar eu já tinha escolhido também, mas acabei fazendo bem maior do que estava pensando inicialmente.
Doeu bastante, mas o resultado me deixou muito satisfeito.
Estava preocupado com o efeito que isso poderia ter na minha carreira, já que é no antebraço, uma área bastante visível, mas não acredito mesmo que isso possa interferir na minha vida profissional.



O Diamante Illuminati, é um símbolo que representa os quatro elementos básicos da natureza: terra, ar, foto e água. E pode ser lido inversamente, como num espelho da mesma forma.
Conheci através do livro do Dan Brown, o Anjos e Demônios, e me apaixonei pela ideia desde então.
Os quatro elementos sempre foram utilizados pelas culturas antigas como símbolos da natureza, e na idade média, eram os alicerces da ciência contra a visão turva imposta pela igreja.

Minha esposa, Ângela também fez uma tatuagem, o Mestre Gato do Alice no País das Maravilhas e ficou linda demais.


Ela escolheu este desenho pela estética, mas eu apoiei porque adoro este personagem e a história de Alice.


quarta-feira, 28 de maio de 2014

Epitáfio

Quando eu morrer, não quero meus parentes e amigos chorando sobre meu corpo, pois eu mesmo estarei com eles, sorrindo e feliz por ter completado mais uma vida plena, cheia de realizações e de amor.
Quero que sintam minha presença entre eles, como nas nossas festas, pois estarei lá, abraçando e beijando suas testas como eu sempre faço.
Quero que se lembrem do meu sorriso de sempre, e que me chamem sempre que sentirem saudades, pois estarei com eles enquanto eles viverem. Jamais estarão sozinhos.

sábado, 10 de maio de 2014

Nova tatuagem - Lobo

Faz uma semana que minha irmã tatuou um desenho que eu fiz na minha perna direita.


Ainda não está totalmente cicatrizado, mas ficou animal!
É minha segunda tatuagem, depois de 4 anos, eu nem me lembrava de como a dor é forte. Mas valeu a pena. Curti demais essa tatuagem e minha irmã ganhou meu respeito como tatuadora.
Em breve eu posto algumas fotos com ela já totalmente cicatrizada.

sábado, 19 de abril de 2014

Primeira vez do Victor no cinema

Noite passada fomos no cinema assistir o Rio 2 com as crianças. Foi a primeira vez do Victor, meu caçula, no cinema, e Vinicius estava ansioso para ver este filme.
Assim que chegamos conseguimos comprar os ingressos em cima da hora. Só deu tempo de ir comprar uns doces, pipoca, refrigerante e correr pra sala.
A primeira metade do filme foi tranquila para o Victor, que ficou no meu colo, mas depois ele ficou entediado de ficar sentado, e então não parou mais.
Eu tive de levantar algumas vezes com ele, andar um pouco, ir no banheiro, e o final do filme assistimos em pé no corredor. Normal, eu nem era o único pai no corredor com um bebê no colo.



Desenho águia


Águia realística com lápis. 

Desenho de um lobo


Ainda tenho que praticar muito, mas está melhorando a qualidade.

domingo, 30 de março de 2014

Lobo rosnando - Desenho à lápis


Este eu fiz mais rápido, pois estava levando tempo demais com os outros.
As proporções e posicionamento já ficaram mais corretas, mas ainda pode melhorar.
Falta técnica para os pelos, estou ciente que preciso estudar melhor como se faz pelos com perfeição, mas fiquei feliz com o resultado, apesar de ainda ser meio primário.

Onça - Desenho à lápis


Estava feliz com este desenho até perceber que as proporções e o posicionamento dos elementos não estão certos. Então abandonei, mas valeu pela experiência.

Lobo deitado - Desenho à lápis


Este foi o primeiro desenho depois de muitos anos sem desenhar. Estou apenas voltando a praticar, por hobbie por enquanto, mas se eu pegar o jeito, então quem sabe...

terça-feira, 25 de março de 2014

Foco

Passei por uma fase complicada, tentando fazer tudo de uma vez. Assim, mais uma vez tive de reaprender uma lição muito básica que já repeti várias vezes ao longo da minha história: Quem faz tudo, não faz nada direito!
Geralmente, apenas uma parte da minha atenção basta para resolver os problemas, mas no momento atual, cada problema que me é dado, exige muito da minha atenção.
Quanto mais o tempo passa, e vamos nos aperfeiçoando em resolver os problemas pequenos e cotidianos, mais problemas grandes e complexos nos são apresentados.
Passei por momentos complicados por não dar a devida atenção aos problemas que eram meus, e paguei caro por isso, mas mais uma vez aprendi a lição, e já consegui começar a consertar as coisas.
Quem me conhece, quem conhece minha carreira, sabe que eu sempre fui um profissional excelente. Sempre me destaquei no meu trabalho e jamais minhas habilidades como programador haviam sido colocadas em dúvida antes, e, espero que nunca voltem a ser.
Foco!

segunda-feira, 10 de março de 2014

Festa de aniversário do Victor

No último domingo, fizemos a festa de aniversário para comemorar o primeiro aniversário do Victor, meu caçula.
Reservamos o salão do Habib´s da Vila Galvão, em Guarulhos, e tivemos a tarde toda para aproveitar a companhia dos amigos e familiares.
Não foi fácil listar os convidados, pois se tratavam de 3 núcleos diferentes e o espaço no salão era bastante limitado. Eram os meus familiares, os familiares da Ângela, e os amigos de infância surdos da Ângela.
Enchemos o salão e foi uma tarde muito gostosa. Todos comeram e beberam à vontade.
Para mim foi meio tenso, pois foi a primeira vez que as duas famílias se reuniram. Mas foi muito tranquilo e agradável. Eles até interagiram entre si, não muito, mas o bastante.




segunda-feira, 3 de março de 2014

Primeiro aniversário do Victor

Hoje Victor completou seu primeiro ano conosco, fazendo parte das nossas famílias, fazendo parte das nossas vidas e fazendo nossas vidas mais felizes, com esse sorriso lindo e essa alegria contagiante que ele tem.


Seu nome foi escolhido por ele ser uma vitória na nossa vida. Quem conhece a história, entende que ter ele aqui comigo agora, é um verdadeiro milagre e uma das minhas histórias mais lindas e preferidas.
Amo demais meu caçula lindo.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Preciso aprender a fazer uma coisa de cada vez

Eu sou assim mesmo, sempre mil coisas passando pela minha cabeça super criativa. Inventando coisas, tendo ideias e querendo desenvolver todos os projetos que me surgem, tudo ao mesmo tempo. Por um lado é ótimo ter uma mente tão vívida e criativa, mas, por outro lado, é bastante cansativo e perigoso, pois, quem faz tudo, acaba não fazendo nada direito.
As consequências desse modo de vida estão pesando mais uma vez. Não consigo resolver completamente os problemas de nenhum cliente, e ainda causei sérios problemas no trabalho por não conseguir focar nos testes como deveria.
Sempre tento ver um lado positivo em tudo e dificilmente me deixo abater, mas dessa vez fiquei bastante chateado com o que eu fiz. Não gosto de decepcionar as pessoas, e quando isso acontece me sinto muito mal.
Geralmente não me importo quando quem sofre sou eu. Eu sei tirar um proveito de praticamente qualquer situação e sei que cada problema que eu resolvo me deixa mais forte, mas, quando a causa do problema sou eu, e, quando nem ao menos posso ajudar a reparar isso, me sinto péssimo. Isso sim acaba comigo!
O lado positivo disso é que, a partir de agora vou trabalhar essa minha "falha de atenção", e me esforçar para trabalhar em uma coisa de cada vez.
Não vai ser fácil, mas, eu sei que posso fazer isso se eu quiser e, acreditem, eu quero!

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Escrever

Gostaria de poder escrever mais. Ter mais tempo "disponível".
Na verdade, meu tempo é tão curto que cada postagem tem sido um pequeno milagre.
Tenho concentrado minhas "energias" no projeto Eu vi um Anjo. Atualizado sempre, mudei o layout e até comprei um domínio, mas ainda estamos na casa das 300 visualizações por dia. É bastante se comparar com o histórico, mas ainda é muito pouco para que ele seja considerado um "blog de sucesso". Na verdade, minha meta para este projeto é ter uma média de 3000 visualizações de página por dia. É bastante, eu sei. Uma meta ambiciosa, mas é apenas 10 vezes mais do que conseguimos alcançar hoje.
Porque escrevo?
Na verdade, minha vontade é escrever livros, mas, hoje, seria impossível conseguir tempo para isso. Então, acalmo minha frustração com meus blogs.
Passei alguns dias refletindo sobre qual blog eu levaria mais à sério. Cheguei a pensar em fazer isso com o Dr. Desconhecido, que é mais amplo e me permitira escrever sobre uma variedade mais ampla de assuntos, mas, acabou que me inspirei a voltar a escrever sobre minhas inspirações espirituais.
Estou gostando bastante do conteúdo que estou criando, das mensagens, dos textos. Está me fazendo bem escrever.
Se eu não gostasse tanto da minha profissão, certamente investiria mais na minha carreira de escritor. Sem querer soar ambicioso, acontece que escrever é uma profissão como qualquer outra. Gosto disso, e me faz bem expressar meus pensamentos nessas postagens que publico com tanto carinho.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Vinicius picado por uma vespa

Essa tarde (domingo), eu estava com Victor no colo, fazendo ele dormir no quarto, quando ouvi Vinicius gritando desesperado. Coloquei Victor com a Ângela na cama e corri pra encontrar o Vini, que já estava na sala.
Ele estava gritando com muita dor. Minha mãe chegou até ele alguns segundos antes de mim.
Ele foi picado por uma vespa bem na parte de baixo da testa, entre as sobrancelhas, e estava gritando e chorando de dor.
Quando adolescente tomei 3 picadas dessas, e tive de correr pro hospital, pois meu rosto e pescoço incharam demais.
Esperamos alguns minutos para ver se Vinicius incharia também, e depois de 10 minutos o lado esquerdo do seu rosto começou a inchar.
Coloquei ele no carro e fomos nós dois para o Carlos Chagas.
Chegamos por volta das 15:30 e saímos por volta das 19:00 horas.
Não foi nada demais, mas ele teve de fazer exame de sangue, o que levou bastante tempo.
Foi bom ter esse tempo só nós dois, como nos velhos tempos.
Conversamos bastante, ficamos abraçados esperando. E ele está muito bem!
Ângela ficou chateada por não ter ido, mas foi melhor assim. Demoramos demais e ela ficaria muito preocupada com Victor em casa, mesmo estando com meus pais.

Mola encolhida

Tanta coisa acontecendo, sinto que tenho tanto o que fazer. Já tenho meu trabalho, que me consome bastante, dois filhos e uma esposa que exige tanta atenção, mas não sinto que seja o bastante.
Me sinto como uma mola encolhida, sinto vontade de fazer muito mais.
Tenho a empresa, que apesar de ter poucos clientes, consome bastante da minha energia também. Tanta coisa por fazer.
Agora tenho investido muito trabalho no Eu vi um Anjo também. Meu projeto que está completando 8 anos, e que me orgulho bastante de tudo que ele se tornou.
Mas ainda sinto que não é o bastante!
Quero ter um blog de sucesso, que dê retorno, tanto de visitas quanto financeiro. Sinto que preciso disso para mim. Espalhar as mensagens.
A empresa é uma realidade. Até pensei em abordar, mas não tenho como abandonar os clientes, e além disso, é a única forma de conquistar realmente tudo que eu desejo, pois, por mais que eu trabalhe, como empregado jamais conseguirei isso.
Amo minha família, meus filhos e minha esposa. Nessa parte acredito que já alcancei o que desejava. E, como a família é a base para uma vida feliz, agora só preciso continuar trabalhando nas outras coisas.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Eu

Quando estou com minha esposa, eu sou um marido. Quando estou com meus filhos, eu sou um pai. Quando estou com meus pais eu sou um filho, e quando estou com minhas irmãs, eu sou um irmão.
Só sou eu mesmo quando estou sozinho, a noite, encarando a Lua.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Final-de-semana no Boqueirão

Na última sexta-feira a noite, fui com minha família pro litoral.
Foi uma viagem de mais de duas horas de Guarulhos até a Praia Grande, morrendo de sono no trânsito lento até chegar na descida da Imigrantes.
Ficamos em uma kitnet de frente pro mar no Boqueirão.
Fez muito sol e calor o final-de-semana inteiro e foi muito gostoso.
Não levei notebook, então deu pra desligar totalmente do trabalho, algo que tem sido extremamente raro para mim.
Todos nos divertimos bastante e o único problema foram as perdas da chave, já que, meu cunhado esqueceu a chave da kitnet num provador, encontrou e entregou ao meu pai que, acabou perdendo a chave definitivamente. Por sorte o prejuízo ficou apenas em 10 reais para a confecção de uma nova chave.
Voltamos no domingo a noite, uma viagem de pouco mais de duas horas também, mas foi mais tranquila do que eu esperava.
Chegamos em casa por volta da 1:00 da madrugada.

Algumas fotos.








quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Planejamento para 2014

Afinal, não sou nenhum hippie para viver sem objetivo, deixando a vida me levar, como se costuma dizer. Apenas crianças e pessoas pequenas se deixam levar pela vida. Pessoas grandes fazem as coisas acontecerem, de acordo com sua vontade e seus planos.

Pessoal

Espero não ter mudanças na vida pessoal, afinal, está tudo muito bem agora, porém ainda não defini se vou mesmo me mudar para perto do trabalho por um tempo, para sentir como é viver no centro de São Paulo, ou se sigo com a construção da casa. Mas a piscina eu pretendo construir aqui na chácara este ano COM CERTEZA!

Profissional

Pretendo continuar no meu emprego na Agência Estado este ano, até que possa me dedicar completamente à DSoft no próximo ano. Já temos alguns clientes e vamos ampliar isso. O sistema está estável e os novos sites estão ficando muito legais.

Ainda tenho muito para planejar, mas basicamente é isso aí!

Mais metas para o futuro

Estou num momento muito bom e confortável da minha carreira. Depois de décadas trabalhando com desenvolvimento de softwares posso dizer que...