domingo, 24 de maio de 2015

Felicidade

Felicidade, assim como tudo na vida, é um conceito relativo. Não existe uma definição de felicidade que se aplique para todas as pessoas, então, cabe a cada um de nós descobrir o que nos faz feliz.
Pode parecer pouco para muitas pessoas, mas a felicidade para mim é algo bem simples:
A vida que levamos, em família. Todos estando bem e saudáveis, unidos. Sem grandes problemas. Acordando sem muitas preocupações, aproveitando um dia gostoso nesse clima tropical com esta vista maravilhosa que temos aqui. Meus filhos, meus pais, minhas irmãs e minhas sobrinhas aqui brincando no quintal, longe de toda a maldade que infecta o mundo. Isso pra mim basta para que eu me sinta plenamente feliz.
Minha esposa linda que é tudo que eu sempre sonhei. Meu carro, minha casa, minha empresa... não preciso de mais do que isso para ser feliz.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Aniversário surpresa da Ângela

Não sou bom com segredos e por isso, dificilmente consigo fazer uma surpresa para alguém. Mas esse ano eu me esforcei bastante e 'planejei' uma festa de aniversário surpresa para Ângela.
Na verdade, chamei apenas as pessoas mais próximas. As primas e irmã dela, e algumas poucas amigas, mais o pessoal de casa. Saí sozinho de casa, com desculpa de comprar um presente para o chá-de-cozinha da minha tia, comprei o bolo, brigadeiros e salgados e levei um carro cheio de pessoas para casa.
Chegando em casa, nos esforçamos para ficar escondidos. Com ajuda das minhas irmãs, Patrícia, Amanda, Hellen, Marta e Pedro foram para a laje e ficaram lá esperando que eu voltasse com Andreza, Júlia, Patrícia e o namorado Willian.
Acendemos as velas, preparamos a mesa na sala e eu fui chamá-la, toda desconfiada para a surpresa.
Foi muito legal e divertido.
Como era a noite de carnaval aqui na chácara, e o pessoal veio pra beber e ouvir música alta, aproveitamos e emendamos tudo em uma festa divertida em que as meninas até beberam um pouco e as crianças se divertiram bastante.




A hora de ir embora foi uma aventura à parte, chovendo forte demais. Mas essa é outra história...



segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Eles voltaram

Depois de um mês de muitas saudades, eles voltaram e fizeram tudo voltar ao normal na minha vida.
Foi difícil, mas foi bom passar por esse período. E o reencontro foi muito emocionante.
Quando peguei o Victor no colo, ele levou alguns segundos olhando no meu rosto até compreender, e então a reação dele foi uma mistura de alegria e emoção, ele não sabia se sorria ou se chorava e me abraçou com força com lágrimas escorrendo pelo seu rosto. Chegando em casa, ele teve a mesma reação ao reencontrar minha mãe e o Vini. Foi muito emocionante.


Depois de tanto tempo separados, agora os dois irmãos não se desgrudam mais. Estão se dando super bem e brincando juntos o tempo todo. Victor adora o Vini, e Vini adora o Victor. Estou muito feliz por isso...

E ter minha princesa de volta, depois dessas semanas distantes, me fez ter certeza de que realmente amo essa garota e espero ainda ter muitos anos ao lado dela.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Aniversário de 9 anos do Vinicius

Ele estava muito ansioso por essa data. Desde o ano passado, praticamente todos os dias acordava perguntando quantos dias faltavam para o seu aniversário.
Inicialmente ele queria uma grande festa, mas, quando descobriu que Victor não estaria aqui ainda, decidiu que só queria um bolo, e que depois quer ir para a praia.


Ainda assim, minhas irmãs foram incapazes de deixar essa data passar em branco. E por iniciativa própria Elaine fez um bolo de Kitkat e preparou uma decoração simples, porém carinhosa em sua casa. Encomendou os salgados e doces e convidou a tia Regina, que é madrinha do Vinicius pra cantar Parabéns na casa dela para ele.

Ele brincou muito com as priminhas, e com as primas da Heloísa que também estavam lá. Se divertiu bastante, e ficou todo orgulhoso de estar fazendo aniversário!
Ganhou muitos presentes, alguns que ele mesmo escolheu, e pareceu bastante satisfeito com o aniversário dele.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Um mês sem ela

Desde que estamos juntos, nesses quase 3 anos, nunca conseguimos ficar muito tempo longe um do outro. Apenas uma ou duas noites dormimos separados, quando ela teve que dormir na casa dos pais dela, e foram noites longas e difíceis. Mas agora é diferente. Desta vez ela foi para Bahia, com nosso filho para passar um mês com a família, e, até agora, foram duas semanas muito longas e difíceis.
A saudade que eu sinto dela é muito forte, mas a falta que sinto do nosso filho é absurda!
Eu sabia que seria difícil para ser sincero, e o lado positivo desta experiência é que eu tenho tempo e energia sobrando para investir no trabalho na minha empresa, que tem dado bons resultados.


Ela me faz muita falta. Dormir sem ela ao meu lado não me parece algo natural. E ele me faz muita falta. Quem é pai/mãe sabe do que estou falando...

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Réveillon 2015

Este ano conseguimos fazer algo que planejamos nos últimos dois anos e não tivemos sucesso em realizar, que foi alugar um sítio no interior para passar uns dias com a família na virada do ano.
O sítio que alugamos fica em Guararema. Muitos foram. Todo o pessoal de casa, mais uma pequena parte da família dos meus pais e uma pequena parcela da família da minha mãe.


Foi maravilhoso passar estes 5 dias com a família. O clima estava ótimo, a piscina uma delícia.


Vinicius está nadando muito bem. A piscina não dava pé pra ele, mas em nenhum momento ele precisou de boia. Victor foi a grande surpresa, com sua extrema coragem de pular na piscina, o que exigiu atenção em tempo integral, já que ele pulava na piscina mesmo sem estar usando boias.


Foi muito gostoso e muito divertido. Levei várias opções de entretenimento (notebook, ebook, 3DS) mas não cheguei a precisar de nada disso pra passar o tempo. 5 dias desconectado (já que o sinal do celular lá era péssimo) que foram muito bons para dar um reset na minha mente, e me deixar descansado e preparado para iniciar o ano cheio de energia e vontade para realizar tudo que preciso fazer esse ano.



segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Lá e de volta outra vez

Muita coisa aconteceu desde as últimas postagens, mas não estava inspirado para escrever, então vou resumir os acontecimentos e mudanças dos últimos meses.

No final de outubro, sem nenhum motivo aparente, o babaca do novo gerente de desenvolvimento da AE resolveu me demitir. Pior que o infeliz nem teve a hombridade de fazer isso ele mesmo, e mandou que outro o fizesse. Enfim. Haviam meses que eu estava trabalhando desmotivado, sem ter uma razão real para levantar todo dia de manhã, atravessar a cidade e me sentar em uma cadeira desconfortável para passar o dia sem fazer nada de importante.
Fazia tempo que eu estava ensaiando para voltar com meus projetos e minha empresa, mas estava precisando de um empurrãozinho para me dar coragem. E por isso fiquei muito feliz com a demissão.

Passei duas semanas sem fazer nada, apenas pensando se realmente era o momento certo de voltar com a empresa, e a resposta se mostrou óbvia para mim. Então, voltei com meus projetos e as coisas tem corrido muito bem desde então.
Levanto cedo, animado. Programo muito, como costumava fazer, e minha mente está voltando a ser aquela máquina de uns tempos atrás.
Espero realmente que desta vez as coisas deem certo para que eu nunca mais precise abandonar meus sonhos. E eu sei que a DSoft Sistemas é o meu destino e o que realmente vai me fazer chegar onde eu desejo.

Tem sido muito bom o tempo extra que eu tenho em casa, com minha família. Comecei a malhar na academia do Sonda e os resultados estão me deixando cada vez mais animado.

A construção da casa não andou quase nada, mas as coisas estão indo muito bem.

Bom, basicamente é isso. Tenho trabalhado bem mais, e tenho dito mais tempo livre. E o melhor é que agora estou trabalhando para os projetos que eu realmente acredito e aos quais eu me dedico de corpo e alma.

Rumo ao sucesso!

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Morte Dupla

Para que possamos ser realmente céticos, precisamos ignorar alguns casos que presenciamos, ou então eles colocarão em cheque nosso ceticismo.
Não sou religioso e não acredito em nada que não possa ser comprovado, mas a história que vou narrar permanece latente em minha mente, aguardando uma explicação plausível.

Meu primo não estava bem de saúde. Anos e anos de alcoolismo e uso contínuo de drogas estavam cobrando seu preço.
Aparentava ao menos 20 anos mais do que realmente tinha. Seu rosto e seu corpo estavam deformados pelas inflamações que ocorriam constantemente. Mas isso não o impedia de seguir alimentando seus vícios.
Acontece que ele vivia em uma chácara, com muito espaço. Gostava de animais, e dedicava parte do seu tempo todos os dias para cuidar deles.
Então, certo dia, uma cadela apareceu em seu portão. Estava muito fraca e suja, compadecido, meu primo deu abrigo a ela.
Deu banho, alimentou e em poucos meses ela estava sadia e forte. Não se parecia em nada com a cadela de rua que ele abrigou.
Meses se passaram e essa cadela se tornou muito ligada ao meu primo. Ela fazia festa quando ele chegava, pulava sobre ele e lambia seu rosto.
Com poucos amigos, meu primo se apegou bastante à cadela, e brincava com ela todos os dias.

Certa noite, meu primo acordou aos gritos, com fortes dores pelo corpo. Suas inflamações estavam avançando e se tornaram uma infecção que se espalhou pelo corpo.
Assustada e angustiada, a cadela começou a uivar e ganir, como se as dores à estivessem atingindo. Mas, como era muito ligada ao meu primo, o mais provável é que estivesse angustiada por estar presa do lado de fora da casa e preocupada com ele.

Meus tios chamaram uma ambulância, que levaram meu primo diretamente para a UTI, de onde ele jamais saiu com vida.
Quando chegaram em casa, meus tios encontraram a cadela morta. Sem nenhuma razão aparente, ela simplesmente havia morrido no mesmo dia que meu primo.

Sigo com meu ceticismo, evitando acreditar no sobrenatural, mas este caso permanece inexplicável para minha mente racional.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Uma vida por uma vida

Era mais uma tarde comum na rotina de Fernando. Depois de um dia tranquilo de trabalho, estava no mercado, à pedido da esposa, comprando alguns itens que faltavam em sua casa.
Fraldas, leite em pó. Essas coisas acabam muito depressa.
Fernando não se lembra de ter gastado tanto com seu primeiro filho, mas a sua nova bebê estava consumindo demais.
Claro que ele não se importava. Tinha orgulho de seus filhos e da família que estava construindo.

Descia as escadas rolantes do mercado, tranquilamente, quando percebeu a aproximação de três homens armados e uniformizados que passaram apressados por ele.
Percebeu que o homem do meio estava carregando uma mala, e os outros dois tinham pistolas em punho.
Como estava em um bairro relativamente calmo de uma grande cidade, Fernando estranhou o fato de eles estarem tão tensos. Havia medo em seus olhos, o que o deixou atento.
Conhecendo a natureza humana como ele conhecia, sabia do grande perigo que era estar próximo à um homem armado e assustado.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Uma segunda chance

Sandra é uma mulher jovem, e apesar de não gostar muito do que vê no espelho, muitos homens a consideram muito bonita.

Ela sabe que está acima do peso, mas não acha justo abrir mão do prazer que os chocolates lhe proporcionam, afinal, eles têm sido sua companhia mais leal.

Ela não compreende os motivos, mas convive com a ideia de que não tem sorte com relacionamentos. Isso porquê os seus relacionamentos, que não foram muitos, foram muito traumáticos.

A primeira vez que ela se apaixonou, ainda muito jovem. Foi pelo garoto mais popular da escola, que não deu a mínima para ela e ainda riu e espalhou para toda a escola quando ela lhe enviou um bilhete apaixonado. Aquilo à magoou demais e durante o resto do ano ela não voltou a se sentir bem na escola.

Depois disso, quando finalmente teve coragem de se abrir para um relacionamento, e se sentia feliz e realizada por ter um garoto que era tão apaixonado por ela quanto ela era por ele, sofreu ainda mais por saber que seu namorado havia passado uma noite na casa de uma garota que ela considerava sua amiga.

sábado, 30 de agosto de 2014

O mensageiro da morte

Como anjo encarnado, sua principal tarefa é servir como mensageiro. Cumprindo ordens sem questionar, já que ele é plenamente consciente de que aqueles que o enviaram são muito mais sábios do que ele.
Geralmente ele sequer compreende as mensagens, apenas diz o que deve ser dito e faz o que deve ser feito. E a cada missão cumprida se sente plenamente feliz e satisfeito por saber que está fazendo bem o seu "trabalho".

Tinha apenas 13 anos de sua vida humana atual quando recebeu uma "tarefa" que lhe causaria várias noites de insônia, mesmo sabendo que, de alguma forma que ele não é capaz de compreender, as coisas ocorreram conforme a vontade dos seus "superiores".

Agora estou com 44 anos. Estou solteiro novamente, ela foi embora, e me deixou aqui nessa casa gigante, com dois cachorros e um gato. E meu ...