sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Desenho da Júlia Gabriele


Desenho que fiz da minha querida amiga Júlia Gabriele. Uma amiga de infância da minha esposa, que também é surda e está sempre com a gente.
Curti demais esse desenho, apesar de ainda não ter dominado a técnica dos cabelos.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Desenho da Andreza


Adorei desenhar minha cunhada chata! Foi o melhor desenho de rosto que fiz até agora. A boca ficou perfeita!

Adoro minha cunhada. Ela é dois anos mais velha do que minha esposa, e também é surda. Nos damos muito bem, sempre que podemos chamamos ela pra sair com a gente. Ela é a melhor amiga da minha esposa e pra mim é uma irmãzinha.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Desenho da Ângela


Ainda não me sinto pronto para desenhar rostos, mas por insistência dela própria eu resolvi tentar.
Ainda tenho muito que praticar antes de conseguir captar toda essa beleza em um desenho *-*

Desenho de um labrador


Nesse desenho eu queria praticar a textura dos pelos, e gostei principalmente do resultado da orelha, que ficou bem realista. Os olhos ficaram bem vivos mas a boca foi a parte mais trabalhosa e mais legal desse desenho. O sombreamento realmente dá uma impressão de dimensão bem legal.
Até a próxima!

Desenho de uma tartaruga marinha


Só mais um desenho que fiz para treinar um pouco dessa textura da pele de uma tartaruga.
Gostei da textura da cabeça e das patas dianteiras principalmente, e no geral o desenho ficou legal.

sábado, 8 de agosto de 2015

O programador

Algumas pessoas passam a vida toda sem saber exatamente no que são bons. Algumas passam anos e anos experimentando diversas "funções" até descobrir algo que realmente gostem de fazer. Já eu, faço o que eu faço desde antes da adolescência, ou seja, desde que me entendo por gente, que eu passo a maior parte do meu tempo na frente de um computador, escrevendo em códigos que todas as máquinas e algumas poucas pessoas são capazes de compreender.
Desde crianças que uma das minhas principais características, é minha incapacidade em aceitar o que me é apresentado sem questionar. Hoje eu entendo porquê os adultos não gostavam muito de mim quando criança, e entendo minha dificuldade em fazer amigos quando adolescente, mas, enfim, sempre fui assim.
Me lembro de debater contra ideias criacionistas das minhas tias quando eu não tinha nem 10 anos. Mesmo com pouco conhecimento, a evolução já era algo completamente claro e "óbvio" para mim (estamos falando dos anos 80).
Desde muito cedo, me lembro que eu sonhava em ser um cientista. A ideia era meio vaga, é claro, mas eu sabia que queria criar coisas, máquinas, robôs...
Então, no meu aniversário de 12 (ou 13) anos, sem nenhum aviso prévio, meu pai me presenteou com um computador. Estamos falando do início dos anos 90.
Eu ganhei um PC 286, com uma gambiarra que fazia com que ele agisse como um 386. O sistema operacional era o DOS 5.0, em inglês, é claro! (pesquise um pouco sobre isso. Trata-se de um SO sem interface gráfica, ou seja, todos os comandos eram executados através de linha de comando.). Não tinha mouse e internet era um sonho tão distante na época quanto a ideia de ter carros voadores agora. E tudo que eu tinha para me "guiar" era um pedaço de papel com meia dúzia de comandos: CD, DIR, PRINCE.EXE ...
O computador tinha alguns jogos (coloridos) que me fez me apaixonar pela ideia de ter um computador no meu quarto, mas, não foi o suficiente para alimentar minha mente insaciável.
Depois de alguns meses me acostumando com os comandos, e depois de ter passado minhas primeiras madrugadas jogando, eu comecei a querer saber mais sobre o que fazia os jogos "funcionarem".
Para isso, tentei abrir os arquivos binários dos jogos em editores de texto, e fiquei perplexo com a complexidade (ali eu já sabia que era isso que eu deveria fazer no futuro). Peguei um dicionário de inglês e comecei a abrir todos os arquivos de "help" que haviam no computador, e foi em uma dessas "buscas" que eu me deparei com o QBasic.
Ao me deparar com essa tela, eu percebi que se tratava do que eu estava procurando, ou seja, era uma ferramenta que poderia ser utilizada para CRIAR sistemas, fazer o computador "pensar" da forma que eu desejava.
Amigos? Brincadeiras? Eu deixei tudo de lado, e virava noites lendo e estudando cada comando da linguagem BASIC nos arquivos de ajuda do QBasic.
No meu computador haviam 3 programas de exemplo: Nibbles (o jogo da cobrinha), King-kong (onde dois gorilas ficavam jogando bananas explosivas um no outro baseados em coordenadas inseridas pelos jogadores) e um programa de cadastro de contatos.
Bom, basicamente foi assim que, aos 13 anos, sem nenhuma ajuda, sem nunca ter feito nenhum curso, sem internet e sem ter ninguém para me ensinar, que eu me tornei um programador.
Na época eu ainda não sabia o que isso significava, e nem que era uma profissão, eu só adorava criar pequenos sistemas, e me desafiar a criar códigos cada vez mais "complexos". Claro que, eu não tinha ninguém para quem apresentar os resultados, então era um prazer solitário que somente anos mais tarde viria a se tornar a profissão da qual eu me orgulho tanto.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Um novo dia

São vários os pequenos e sutis sinais que me fazem acreditar no "sobrenatural", um deles é essa estranha sensação que tenho antes das grandes mudanças que se aproximam.
Os céticos podem encontrar outras explicações para elas, mas, de alguma forma eu sei que elas são sim um tipo de premonição.
A última delas se referia ao momento que estou vivendo agora, de completa mudança da vida que vinha levando, para essa minha rotina mais tranquila, mais próxima da família e das minhas raízes.
Enquanto ainda estava no meu antigo emprego, coisa que eu havia planejado e sonhado por muito tempo, comecei a sentir que as coisas iriam mudar em breve, e que eu deveria focar em quem eu realmente sou. Enfim, aconteceu, e hoje foi um dia muito importante nessa mudança. Hoje troquei de carro.
Pode parecer bobagem, mas meu antigo carro simbolizada aquela época da minha vida. Foi com ele que eu fugi com Ângela para o litoral, por exemplo. E era ele a última coisa que eu tinha de abandonar para começar de vez esta nova etapa da minha vida.
Agora estou com um carro mais simples e mais novo, um Ka prata 2012. Com novas perspectivas para a empresa, mais focado em alcançar novos clientes. Uma vez que já estamos com raízes fortes, com clientes satisfeitos e o sistema bem completo.
Estou gostando de trabalhar na terra para aliviar o estresse do trabalho mental. E feliz com a ideia de produzir nosso próprio alimento aqui mesmo na nossa propriedade.
Enfim, era isso que eu queria registrar aqui e compartilhar com quem quer que se importe com o que acontece na minha vida.
Até mais.

domingo, 5 de julho de 2015

Festa Junina (em julho) 2015 / Aniversário da Helô

As festas juninas são meu período favorito do ano. Nossas festas da colheita, com fartura de alimentos, música, e todo mundo unido e feliz em volta das fogueiras.São nossa maior tradição familiar. Afinal, nem todo Natal comemoramos em casa, mas toda festa junina fazemos aqui com certeza!
Esse ano não foi diferente. Enfeitamos a chácara com barracas de bambu e bandeirinhas. Coletamos muita madeira pra manter a fogueira acesa a noite toda e, apesar do frio e da garoa, muitos vieram!
Esse ano a novidade foi a música ao vivo, que fez uma grande diferença no nível de alegria do pessoal.
Caldos quentes, bolos, vinho quente, quentão, e muitos doces. Devo ter ganhado alguns quilos com os preparativos da festa e com a festa em si, pois, não parei de comer o tempo todo.
Comemoramos também o aniversário da minha sobrinha, já que ela fez 8 anos na semana passada.


terça-feira, 16 de junho de 2015

Plantando sementes

Estou numa fase de plantar sementes. Literalmente e metaforicamente.
Literalmente, já que estou começando a cultivar alguns vegetais em casa, tomates para começar. Temos muito espaço e gosto da ideia de produzir algo e me tornar um pouco menos dependente do mundo civilizado para viver. A ideia é começar com tomates, e em seguida ampliar para batata-doce, batatas, mandioca e feijões. Mas, tudo sem pressa.
E, literalmente, porquê minha empresa está caminhando, um passo de cada vez, com segurança, para que não tenha que regredir novamente.
Cada cliente é muito importante e eu acredito sinceramente que o que estou construindo agora, vai crescer muito e dar frutos por muito tempo. Estou fazendo isso por mim, pela minha família e pelos meus filhos, pois acredito que essa empresa vai ser uma excelente herança que deixarei por aqui quando eu não estiver mais aqui.


domingo, 24 de maio de 2015

Felicidade

Felicidade, assim como tudo na vida, é um conceito relativo. Não existe uma definição de felicidade que se aplique para todas as pessoas, então, cabe a cada um de nós descobrir o que nos faz feliz.
Pode parecer pouco para muitas pessoas, mas a felicidade para mim é algo bem simples:
A vida que levamos, em família. Todos estando bem e saudáveis, unidos. Sem grandes problemas. Acordando sem muitas preocupações, aproveitando um dia gostoso nesse clima tropical com esta vista maravilhosa que temos aqui. Meus filhos, meus pais, minhas irmãs e minhas sobrinhas aqui brincando no quintal, longe de toda a maldade que infecta o mundo. Isso pra mim basta para que eu me sinta plenamente feliz.
Minha esposa linda que é tudo que eu sempre sonhei. Meu carro, minha casa, minha empresa... não preciso de mais do que isso para ser feliz.

Agora estou com 44 anos. Estou solteiro novamente, ela foi embora, e me deixou aqui nessa casa gigante, com dois cachorros e um gato. E meu ...